Foto Felipe Barros-Ex-Libris- Secom-PMI - Itapevi já vacinou quase 110 mil pessoas contra a febre amarela

Vacinação contra a febre amarela continua em Itapevi enquanto durarem os estoques

Quase 110 mil pessoas já foram vacinadas na cidade; Ação continua nas unidades básicas de saúde, de segunda à sexta-feira, das 8h às 15h30

Prevista para terminar no dia 29 de dezembro, a campanha de vacinação contra a febre amarela será mantida pela Prefeitura de Itapevi enquanto durarem os estoques da vacina no município. A ação é realizada nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), de segunda a sexta-feira, das 8h às 15h30.

Mesmo sem nenhum caso da doença registrado na cidade, a Prefeitura lançou no final de novembro a campanha preventiva de vacinação contra a doença em Itapevi. Neste período, já foram vacinadas quase 110 mil pessoas, acima de 9 meses de idade. Quem já tomou a vacina não precisa se imunizar novamente.

Tanto em 2017 como no ano anterior, Itapevi não registrou casos de febre amarela – o que coloca o município fora da área de risco.

A vacina é contraindicada para crianças com menos de 9 meses de idade, mulheres grávidas e lactantes e alérgicos a ovo. Em caso de dúvidas, o cidadão pode procurar a unidade de saúde mais próxima de sua residência para obter informações sobre a doença e a campanha de vacinação.

Além de Itapevi, os municípios de Cotia, Carapicuíba, Barueri, Santana de Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Osasco, Vargem Grande e Jandira também iniciaram campanhas preventivas de vacinação contra a febre amarela.

Sobre a doença

A febre amarela é uma doença de caráter infeccioso grave, causada por vírus e transmitida por mosquitos – como o Aedes Aegypti – em áreas urbanas ou silvestres. Os primeiros sintomas surgem de forma repentina, e incluem febre alta, calafrios, cansaço, dor de cabeça e muscular, náuseas e vômitos por aproximadamente três dias. A doença não pode ser transmitida diretamente entre seres humanos.

Para se prevenir, é preciso evitar a disseminação dos mosquitos, que costumam ficar na água e proliferar-se dentro de casas e adjacências. Recipientes como caixas d’água, latas e pneus contendo água limpa tornam-se ambientes ideais para que a fêmea do Aedes ponha seus ovos, local onde nascerão larvas que, após desenvolverem-se, multiplicarão a quantidade de mosquitos.

Por isso, é importante evitar o acúmulo de água parada em recipientes destampados. Além disso, recomenda-se usar repelente de insetos, mosquiteiros e roupas que cubram todo o corpo.

 Foto: Felipe Barros/Ex-Libris/Secom-PMI . Legenda: Prefeitura já vacinou 110 mil pessoas contra a febre amarela



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