O Pegada Eletrônika trás a lista dos djs mais mal pagos da Musica Eletrônica.

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Novamente a revista Forbes mexendo com o mundo da música eletrônica publicando recentemente o “Electronic Cash Kings” (algo como “Os Reis da Grana da Música Eletrônica”) tendo assim uma galera que ficou de queixo caído com os resultados da pesquisa. Pensando nisso decidiram inverter os papeis e publicaram uma matéria com os djs MAIS MAL PAGOS da música eletrônica, é isso mesmo meus camaradas não é pegadinha não, enquanto dj’s como David Guetta que faturou mais ou menos US$ 30milhões e Calvin Harris com Impressionantes US$ 66 milhões, tem dj’s que ainda estão na batalha pelo sonhado espaço nos Headliners das melhores festas do brasil, mas não desamine você pode virar esse jogo, com muita dedicação e persistência.

Confira a lista segundo a revista Forbes quem são os DJs mais mal pagos deste ano.

9. DJs de lojas e restaurantes.

Se você já foi a uma loja da Guess, Cactus Club, Abercrombie ou TopShop você provavelmente já curtiu com o nosso número 10; os cães capitalistas no topo da lista de DJs locais de merda. DJs de lojas e restaurantes, muitas vezes (mas nem sempre) são empregados da loja que estão de folga e tem um Traktor S2. Tocando quatro vezes por mês e ganhando de R$ 500 à R$ 1.000 Dilmas por turno, eles compensam falta de credibilidade com créditos em compras na própria loja.

8. DJs de casamento.

Eles chegaram perto do topo neste ano. Pudera: tendo a geração dos anos 90 como razão tanto para o sucesso quanto para o ódio que eles sentem em seus trampos normais. Se comparado com os US$ 300 mil por show em Las Vegas que Calvin Harris recebe, DJs de casamento faturaram humildes R$ 1.150 a 1.725 realidades no último ano fiscal. Entramos em contato com um DJ de casamento e ele ansiosamente nos disse que “conseguiu o número de telefone de uma dama de honra em 2013”, mas ela acabou não respondendo as suas mensagens.

7. DJs Residentes.
O que eles não têm em tamanho de cachê por set, eles compensam com a frequência com que tocam. No ano passado, DJs residentes faturaram alguma coisa entre 345 e 650 reais. Além é claro de cinco fichas de catuaba e três VIPs (antes das 23h). Embora nenhum bônus em dinheiro vivo tenha sido dado para quem tocou “Tsunami” ou “Trophies”, um inovador estudo totalmente verídico revelou que todo e qualquer DJ residente do mundo tocou essas músicas pelo menos uma vez durante o ano, independentemente do tema, tempo do set ou dia da semana.

6. DJs de festas de faculdade.

Quem já frequentou a faculdade ou já foi aquela pessoa que só tem amigos mais velhos em algum momento da vida dançou ao som de um DJ de faculdade e fingiu desfrutar seus sets de trap. Quando perguntados por que eles aceitam tocar por merreca (ganham ainda menos do que os DJs de casamento, lojas e residentes), a principal razão para a maioria dos DJs foi “bixetes inocentes e shots de tequila”.

5. DJs de abertura.

O ano tem sido ótimo para DJs de abertura. Eles registraram um rendimento médio anual que gira em torno dos R$ 11 mil (não tributados). DJs de abertura de shows de hip-hop, por outro lado, estão numa posição cada vez pior, frequentemente concordando em tocar de graça em troca de alguma exposição. Impulsionados pela demanda de promotores e também pela sua capacidade de vender ingressos, nunca antes na história da música eletrônica existiram tantos DJs de abertura. Não é raro ver artistas do Hypem com até seis DJs para abertura e um DJ para o fechamento. Ambiciosos, esses músicos não estão deixando nada ficar no caminho de seus sonhos de sucesso. Kygo disse que ouve 100% dos DJs do  SoundCloud quando sai em turnê. Quem acredita?

4. DJs de outras cidades
Se você já viu um set de DJ de abertura de uma “mini tour” (dessas de dois ou três dias), você vai se interessar em saber que, sob o fino verniz do sucesso, há uma grossa camada de mentiras. Promotores de múltiplas cidades, e que armam essas mini-tours, negociam os valores de DJs em cima da hora. Resultado: coisa de R$ 100 por DJ set só para dizer que tocou em São Diego ou São Francisco por vários dias.

3. DJs de evento.
Formando a espinha dorsal do line-up dos clubes tipo C, DJs de evento continuaram a ver perdas significativas em seus shows e salários. A fim de cortar custos, estes aspirantes a disc jockeys desceram ladeira abaixo. Em pouco tempo, foram de baixos salários a n-a-d-a. por isso, da próxima vez que você receber um convite no Facebook para uma festa do farol (certeza que há um desses na sua cidade), não se sinta incomodado. Sinta-se triste.

2. DJs de concursos.

Apesar desses concursos serem uma completa fraude (exceto a Red Bull Thre3style), esses DJs participam de todos. Com uma programação rotativa de DJs virtuais, estes artistas trazem seus amigos para ouvi-los tocar por 20 minutos. Os DJs serão julgados pela escolha da música (arbitrária), reação da multidão (quantas pessoas eles trouxeram), técnico (porque a GM está de olho), e a vibe. Em troca, eles saem com o potencial de abrir para um DJ em outro clube sem nenhum pagamento.

1. DJs que estão aguardando a oportunidade de ouro.

Eles compraram no cartão de crédito de suas mães um CDJ 2000 e uma instalação completa do Ableton Live. Ainda assim, eles se recusam a fazer um show, afinal trata-se apenas de uma tenda longe da atração principal. Estes são os adolescentes que sonham em fazer parte da grande indústria do EDM. Tudo que eles conhecem é um par de tutoriais do YouTube com os quais o pretenso DJ está bem longe de pagar os juros das suas desnecessárias compras.

Você é um DJ mal pago?

Conte-nos quanto você ganha: fb/ pegada eletrônika

Fonte: thump.vice.com

 

Um grande abraço e GOOD VIBE!

Cunha Junior

Dj e Colunista

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Cunha Junior

DJ Cunha Junior (sunset holi \ lyon for djs) Dj Profissional a cerca de 15 anos, o artista traz um estilo voltado as vertentes da house-music, com forte influencia do tech-house. Já se apresentou em algumas das maiores casas do Brasil, como a mundialmente conhecida Anzu Club, localizada no interior paulista, é tida como uma das melhores do mundo. Teve a oportunidade de ser o residente de projetos de reconhecimento nacional e internacional, como Prorider E-Music Tour, da grife de óculos francesa Prorider, Dj Sound Tour, realizada pela maior revista do Seguimento no Brasil, Dj Sound Mag, Brazil Tour 2006 e 2007, realizada pela MBM eventos, percorreu a diversas cidades do Estado da Bahia, e como Dj residente da Tour House Boulevard feat. Samara e Dj Tom Hopkins, realizando a abertura dos shows do grupo eleito na época como o melhor grupo da dance music nacional. Em 2015, torna-se um dos artistas residentes do projeto Sunset Holi - Vibe Solidária, participando das principais edições em diversas cidades pelo estado de São Paulo, já possuindo datas reservadas para a tour nacional.

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