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As 7 melhores marchinhas de Carnaval de todos os tempos

Você conhece alguma marchinha carnavalesca? Antes de responder que não, confira nossa lista com as 7 melhores – que foram bem difíceis de eleger. Você vai ver que esses repetitivos refrões estão colados (e muito) na nossa memória.

A TURMA DO FUNIL
No Carnaval se bebe muito. E quem aproveita para chutar o balde sem qualquer preocupação nessa época pode se encaixar perfeitamente na Turma do Funil – daqueles que não desperdiçam uma única gota. A marchinha foi criada em 1956 por Mirabeau, M de Oliveira e Urgel de Castro e ganhou uma regravação de muito sucesso em 1980, por Tom Jobim e Miúcha.
Refrão: Chegou a turma do funil / Todo mundo bebe / Mas ninguém dorme no ponto / Ai ai, ninguém dorme no ponto / Nós é que bebemos e eles que ficam tontos

MAMÃE EU QUERO
A gravação original de Mamãe Eu Quero data de 1937, sob autoria de Jararaca e Vicente Paiva. Mas ela só passou a ser uma das queridinhas do Carnaval depois que Carmen Miranda a regravou em 1941. Por isso, quase todo mundo credita a composição erroneamente a ela.
Refrão: Mamãe eu quero / Mamãe eu quero / Mamãe eu quero mamar / Dá a chupeta / Dá a chupeta / Dá a chupeta / Dá a chupeta pro bebê não chorar

O ABRE ALAS
É a primeira marchinha de que se tem notícia, composta nos longínquos 1889 por Chiquinha Gonzaga – e é também a de maior sucesso da carreira dela. Foi feita para o cordão carnavalesco Rosas de Ouro, do Rio de Janeiro.
Refrão: Ô abre alas que eu quero passar / Ô abre alas que eu quero passar / Eu sou da lira não posso negar / Eu sou da lira não posso negar

SACA ROLHA
No Carnaval de 1954, essa foi uma das marchinhas mais tocadas. De autoria de Zé da Zilda, Zilda do Zé (eles eram um casal) e Waldir Machado, ganhou um prêmio no concurso de músicas carnavalescas daquele ano.
Refrão: As águas vão rolar / Garrafa cheia eu não quero ver sobrar / Eu passo a mão na saca, saca, saca-rolha / E bebo até me afogar

ABRE ALAS
Abre Alas é pioneira, mas se a marchinha é tão popular hoje em dia, deve muito a Teu Cabelo Não Nega, que bombou em 1932. A letra original foi criada por uma dupla pernambucana que a entregou aos cuidados de Lamartine Babo, para que ele lhe desse “um ar mais carioca”.
Refrão: O teu cabelo não nega, mulata / Porque és mulata na cor / Mas como a cor não pega, mulata / Mulata eu quero o teu amor

ME DA UM DINHEIRO AÍ
Ivan, Homero e Glauco Ferreira compuseram Me Dá Um Dinheiro Aí em 1959 que, com a ajuda da voz e do sucesso de Moacir Franco na época, virou um dos lemas de Carnaval de 1960. Marlene e Elizeth Cardoso também gravaram suas versões.
Refrão: Ei, você aí / Me dá um dinheiro aí / Me dá um dinheiro aí

MARIA SAPATÃO
A criação é de João Roberto Kelly mas quem popularizou essa marchinha foi o velho guerreiro Chacrinha, que o ajudou na composição, na década de 50.
Refrão: Maria Sapatão, Sapatão, Sapatão / De dia é Maria / De noite é João

Fonte: Texto Original, As 10 melhores marchinhas de Carnaval de todos os tempos Por Pollyane Lima e Silva da Revista Veja. Incluía ainda “Chiquita Bacana, “A Pipa do Vovô” e “Aurora” que completava o top 10.



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